domingo, 4 de março de 2012

Electra Assi bu ta Matano


Os abusos da violenta Eletra são inaceitáveis.Isto sim é ser violento com esse povo pacífico(melhor, passivo demais)!Depois vem falar de "thugs".Acções dos thugs são as atitudes desta Eletra, potenciadoras de violência.O atual (des)governo tem nos aplicado vários "caçu bódi" ultimamente, como esses apagões e outros.Os cientistas sociais (que se prezam!)do nosso país deviam alertar o governo sobre o stress profundo no qual se encontra a sociedade cabo-verdiana, o que se não for levado a sério pode resultar em agitações sociais.Fica o alerta.Vigiemos pois!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

MERCANTILISMO POLÍTICO E IDEOLÓGICO: NEM “ESQUERDA” NEM “DIREITA”!

Nataniel Semedo da Silva, cabo-verdiano residente em São Paulo, Brasil

"A política é como a esfinge da fábula: devora a todos que não lhe decifra os enigmas" Antoine de Rivarol

"A alma do judeu é dupla; dum lado é o fundador do capitalismo industrial, financeiro, agiota e especulador, colaborando para a centralização dos capitais destinada a destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a socialização; do outro, combate o capitalismo em nome do socialismo, isto é, da socialização total" Bernard Lazare

Ao publicar o meu recente artigo: UMA TAL DE ELETRA NA RESSACA LONGA E DOLOROSA DO COLONIALISMO:POR FAVOR, RESPEITEM O NOSSO POVO!” dois leitores, em seus comentários, num “erro inquietante de análise e perspectiva ideológica”, “identificaram-me” com os ideais da “velha esquerda ultrapassada”.Podem acreditar, simplesmente dei risadas diante desta “tirada hilária” (só pode), sendo que no próprio artigo, inclusive, critiquei tanto uma tal de “esquerda desalmada e republicana farisaica ”, (Nossa I República), como também, certa “direita demasiado liberal economicamente e publicana (isto mesmo publicana)”, (Nossa II República).

Mas temos, afinal, de perdoar aqueles que não sabem o que fazem (e também o que dizem)!Posto isto, vamos agora, com muito prazer, “rasgar um véu” e revelar certo enigma. Os mais estudiosos, avisados e vigilantes sabem que os judeus agem no mundo em "polos opostos", criando “pretensos contrários”. Se alguns ignoravam isso, então, permitam-nos dar um exemplo (e pasmem): em termos de “Ideal Económico”, por um lado, “ofereceram ao mundo” a teoria capitalista que “bebe da fonte” de David Ricardo (célebre economista, mercantilista político, filho de um judeu holandês, emigrado em Londres, em fins do século XVIII, inventor e teórico duma concepção puramente econômica do mundo). Da “mesma nascente”, também, “mataram a sua sede” os Rothschild (da “Casa de Judengasse”, do ghetto judeu de Frankfurt), só para citar estes ícones, com a idéia de os negócios acima de tudo, considerados fim supremo dos esforços humanos... em uma só palavra Capitalismo. Por outro lado, através de Karl Marx, outro judeu, alemão desta feita, forjaram um “antípoda econômico”. O vulto de Tréveris, em ultíssima análise, nada mais nada menos fez, senão colocar-se no próprio terreno de David Ricardo (fato provado e documentado), para “combatê-lo”, aproveitando de um grande número de suas concepções, de seus argumentos, de suas teorias e conclusões.O Socialismo dito Científico (que Marx pregou), do qual brotou o bolchevismo (da Revolução bolchevista de 1917) foi projetado e financiado por ( pasmem, outra vez!) banqueiros (capitalistas!) ocidentais.

As teorias de “Direita” e de “Esquerda”, com uma afinidade secreta que os une enigmática e “umbilicalmente” têm sua “fonte comum” no judaísmo ortodoxo (não, não sou pró nem anti “semita”!) com o seu “fermento revolucionário e segregacionista” que infiltra os seus “peões mascarados” nos “lados opostos” da “barricada”. Tal “dicotomia ideológica” do ponto de vista económico é o que se convencionou chamar de “oscilações do pêndulo judaico”. Estas duas Idéias “distintas” (?) são apenas uma estratégia (de entre várias outras!) que “nasceram num mesmo berço dourado” e que se complementam com o objetivo de desagregar as sociedades de matriz cristã, dividindo as mesmas para assim exercer controle.

Socialismo “versus” Capitalismo? Uma gigantesca falácia inteligente e meramente um super expediente judaico radical para dominar o mundo, forjando um “dualismo para o mundo ver e aceitar e para os Yehudim se deliciarem”, nada mais!Vamos acordar pessoal e pensemos liberto das amarras que sutilmente tentam nos impor de todas as formas... a hora já vai tarde neste nosso mundo, também, de muitos sofismas e aparências.É!!!

Obs. É ótimo que este artigo Publicado no Jornal Liberal On Line de Cabo Verde esteja provocando reações de diversos tipos, mesmo os mais antipedagógicos e mordazes. Acontece isso quando se "abrem véus" mexendo-se com o "proibido". Desmarcando-se de uma tal de “Esquerda” e certa “Direita” e fugindo à esta malcriada bipolarização política PAICV/MPD, sendo também apartidário (e porque não?) mostras que em Cabo Verde há espaço para vozes plurais!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

UMA TAL DE ELETRA NA RESSACA LONGA E DOLOROSA DO COLONIALISMO:POR FAVOR, RESPEITEM O NOSSO POVO!

Por Nataniel Semedo da Silva

"Algumas pessoas tentam deliberadamente explorar a ressaca do colonialismo para seus próprios interesses, para servir a uma força externa...”
Jomo Kenyatta

Há alguns poucos anos certo líder bacongo vivendo no Rio de Janeiro, Brasil, disse que as primeiras décadas do pós colonialismo na África seriam extremamente complicadas levando em consideração a transição para uma era mais feliz com a independência dos respectivos países do continente. Eu diria também que a citação acima do antigo presidente keniano se enquadra perfeitamente no contexto futuro que o referido guia dos bacongos “profetizara” para os países africanos em larga escala. Não, não sou um panafricanista tout court. Sou um “cidadão do mundo”. Cabo Verde é um país independente (e não gostaria, nem de longe, de estar equivocado em relação a isto)! Tivemos quinze anos de regime de partido único sem uma planificação a longo prazo (são as grandes Enciclopédias ou Atlas Mundiais que o diz). Soletrando pela “Cartilha” de “Karl Marx” ultra nacionalizaram e estatizaram radicalmente tudo... aquilo que devia ser os nossos bens-comuns e não de alguns apenas; cercearam as nossas liberdades individuais e escamotearam os pensamentos contrários ao “status quo” à época .Entre tantos e tantos outros, em mais um outro “monólogo parlamentar” a 17 de abril de 1982, pelo Decreto-lei nº 37/1982 foi criada a Eletra.Mas economia mista era aquela que a suportava? Em 1990 deu-se a reviravolta política sob as rajadas dos fortes “ventos da mudança” que começaram soprando lá pelo leste europeu. Os novos senhores do poder em Cabo Verde, na ânsia descontrolada de pulverizar e enviar para as “catacumbas” todos os “defuntos políticos”, os defeitos, feitos e feitios do regime anterior cedeu depois, praticamente, em toda a linha do golden share que protege os nossos interesses nacionais entregando praticamente quase todo o “nosso ouro” ao “bandido” estrangeiro. Já agora, porque cabe perfeitamente aqui também, vai este meu grito: “Queremos as nossas ‘ações de ouro’ absolutamente de volta, sem ‘spiki’(truculência). As tranches majoritárias dos nossos bens e interesses coletivos realmente estratégicos desejamos vê-las (completamente!) nas mãos dos verdadeiros cabo-verdianos e não sob controle dos “testas de ferro” do capitalismo (imperialista) da “fonte” de David Ricardo e da “Casa do Escudo Vermelho” da dinastia Rothschild, na longa e dolorosa ressaca do colonialismo e da globalização selvagem. Mais esta outra, atendo-se ainda especificamente a esta “nossa” tal de Eletra. Como disse o nosso eminente arquiteto Dr. José Gomes: “Numa planificação, a Electra, sabendo do crescimento populacional que vinha acontecendo anualmente na cidade da Praia, teria que projetar o futuro, todo o seu equipamento e todos os serviços que teria que prestar ao turismo, à indústria, às habitações singulares e coletivas. É essa falta de planificação que nos leva a não entender, uma coisa tão simples como a iluminação pública que deve ser paga com parâmetros matemáticos estabelecidos. Como é que você cobra isso? Se você tem iluminação, você paga. Você paga por metro linear da fachada do lugar onde você mora. Por cada metro linear de fachada, você paga x e está resolvido o problema. Se há iluminação eu pago, se não há, não pago”. Temos aqui, então, uma solução.Convoco (pacificamente) a todos (as) a exigirmos que não seja algo mais e que extrapole isso. Fora esta idéia de “apenas pagarmos o que realmente consumimos”, tudo o mais é “cáçu bódi financeiro” aos cabo-verdianos! Pensemos (comprometidamente com o nosso povo e a nossa nação!) e comecemos de imediato a “derrubar” essa “Casa anárquica” e a estruturar outra (s). Proponho a mudança do próprio nome Eletra, de tão impopular e sinônimo de angústia para nós (pelo menos para esmagadora maioria do povo!) que a mesma se tornou. Queremos uma nova empresa, ou empresas (de eletricidade e água) com o selo de Cabo Verde, e mais uma vez, com uma tranche acionista quantitativa e qualitativamente majoritário, operacional e na prática sob o controle dos cabo-verdianos. Para uma nova empresa (ou novas empresas) a figura real e proeminente de um, porque não, “ombudsman”, um profissional (sem sombra de dúvidas e variações apartidário, claro esta!) contratado com a função de receber críticas, sugestões, reclamações e que deve agir em defesa imparcial de toda a comunidade.Esta “figura representativa” dos cristalinos e sensatos interesses do povo deve “dar a cara” sem politiquices e prestar contas transparentes.Hoje, o que nós temos em Cabo Verde são “fiscalizadores” do governo, “ouvidores” ou “provedores” e associações de “defesa” do consumidor veladamente partidarizados (bipolarmente) até a medula, com mera aparência de eficiência mas na prática sem eficácia que operam para “todos” ( menos com compromisso real para com a nação e para com o povo)! Ainda quanto à Eletra, eu diria que ela e sua homófona Elecktra, personagem da mitologia grega, filha de Agamêmnon de Micenas e da rainha Clitemnestra se parecem muito (mas muito mesmo)! Reza certo mito que Elecktra, amargurada e impulsiva, levada mais pela fúria do que pela maldade induziu seu irmão Orestes a assassinar sua mãe, vingando a morte de seu pai, arquitetada por Clitemnestra. Ela também teria salvo seu irmão Orestes de ser morto quando este era criança.Elecktra a grega, entretanto, se arrependeu do fato de ter sido a autora moral da morte da mãe, ao contrário da Eletra “cabo-verdiana” que nunca se quebrantou diante do nosso povo para fazer uma restituição e ressarcir algo que fosse (paga-se até o “ronko” de água pelas torneiras). Esta Eletra “cabo-verdiana”, realidade nua e crua, é de igual forma muito mazinha; ladra também... acrescente-se, de uma afronta verdadeiramente galáctica aos cabo-verdianos (com a conivência, sim senhor, dos sucessivos governos de Cabo Verde).Experimentemos fazer o ensaio de uma pesquisa popular cujo objetivo seria extinguir esta “nossa” tal de Eletra e veremos então no que daria (mesmo).POR FAVOR, RESPEITEM O NOSSO POVO.F ORA ESTA TAL DE ELETRA! NATANIEL SEMEDO DA SILVA, SÃO PAULO, BRASIL

domingo, 12 de fevereiro de 2012

UMA PEQUENA ESTÓRIA E CROMOS PESSOAIS;Nataniel Semedo da Silva

Oi galera, beleza pura???
No bairro nobre da Barra da Tijuca no Rio de Janeiro
Eu também brasileiro e a nossa princesa brasileira-caboverdiana
Eu e a minha rainha Alissandra no dia do nosso casamento na Igreja
"Gargalhada é um tranquilizante sem efeitos colaterias!"
Minha rainha Alissandra Renata
Eu e a nossa princesa Ayanna Vitória em Cabo Verde no desfile em comemoração do dia da nossa Independência
Pregando na Bahia, Brasil
Eu e aminha rainha Alissandra Renata, festa de noivado
Nossa princesa Ayanna Vitória á la africana
Representando Africa e Cabo Verde numa Conferência Missionária no Brasil
Dread look Naty
Nhós kala-n bóka na cabesa-me deixem quieto!
The best passionate kiss ever-O beijo mais apaixonado de todos os tempos!
Diferentes fases da minha vida em fotos
Visto Permanente no Brasil
Meu RNE(Registro Nacional de Estrangeiro no Brasil)
Visto de entrada no Brasil
Meu terceiro Passaporte
Meu primeiro Cartão de Previdência Social em Cabo Verde
Minha primeira Licença como Ministro do Evangelho pleo Distrito Nazareno de Cabo verde
Meu segundo Passaporte
Visto de Entrada em Portugal
Visto de Entrada nos Estados Unidos da América
Meu segundo Bilhete de Identidade
Meu primeiro Passaporte
Meu primeiro Bilhete de Identidade

sábado, 11 de fevereiro de 2012

UMA MEDITAÇÃO PARA HOJE!

Por Nataniel Semedo da Silva

E JESUS CHOROU!

“Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou” Lucas 19-41

Gosto muito do lema que vem escrito no brasão de armas da cidade de Edimburgo na belíssima Escócia. “Nisi Dominus Frustra”, “Excepto o Senhor em vão”, desde 1647 associado à “Atenas do Norte” como é também conhecida esta magnífica urbe britânica. Tal escrito é uma contração heráldica normal de um versículo do Salmo 127: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. A não ser o Senhor a guardar a cidade, o vigia trabalha, mas em vão”. Fugindo aos ideais dos grandes brasões que serviram de fonte de inspiração para sua fundação e seu desenvolvimento harmonioso inúmeras cidades do nosso mundo fustigadas por muitos males se convulsionam intensamente em prantos.A cidade de Bauru no interior do Estado de São Paulo de onde escrevo estas linhas, seguindo a tradição européia medieval de ter um brasão, desenho criado especificamente e obedecendo às leis da heráldica com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, urbes, regiões e nações também tem o seu brasão onde nele aparece escrito em latim “Custos Vigilat”, querendo dizer em português, “Sentinela Alerta”.Jesus entrara triunfalmente em Jerusalém.A multidão jubilosa dos discípulos celebravam à uma louvando a Deus pelos milagres que tinham visto.Os fariseus,estes, numa terrível oposição, inflamados de raiva pediram ao Mestre para que mandasse os discípulos calarem.Nas portas da cidade, Jesus então vendo a situação da urbe chorou!Sua entrada triunfal se mesclou a uma grande lamentação tamanha era a incredulidade dos seus cidadãos. O Messias compungiu-se de profunda tristeza. Seu sistema límbico captando estímulos de desalento e pesar explodiu vertendo lágrimas de lamento. Numa outra ocasião, o nosso Mestre desembarcando em sua terra Nazaré do assassinato e desonra aos profetas vendo uma grande multidão como ovelhas que não tinham pastor compadeceu-se. Hoje muitos de nós vivemos em cidades sitiadas de diversas formas com os seus muros caídos onde os seus vigias e os seus profetas simplesmente dormem. Que é feito da minha e da tua cidade?Na verdade, o nosso Deus querendo Ele trabalha sozinho (e se, de facto, Ele não operar de balde é o trabalho dos seus atalaias), mas não, Ele nos dá o grande privilégio de cooperarmos com Ele num labor proativo que entrega uma parte do milagre ao nosso serviço.Visitando as nossas cidades hoje, caminhando pelas suas brechas escuras onde o inimigo apenas tem interesse em matar, roubar e destruir, Jesus possivelmente choraria de novo.E qual tem sido o nosso serviço contando com a graça de Deus em prol das nossas cidades, vilas e aldeias?A nossa cidadania é santa e redentora como o Evangelho o é, e requer, a favor do lugar onde habitamos como oferta agradável diante de Deus?Temos respondido positivamente à exortação divina de suplicar, orar, interceder com ações por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade?Isto seria bom e agradável diante de Deus nosso salvador, o qual realmente deseja que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Se assim for, Jesus Cristo vendo o lugar onde vivemos, em vez de chorar de tristeza verterá copiosas lágrimas de alegria!

Conf. I Timóteo 2:1-4; Hq 1-2